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30/10/2018 17:05

PGE instala novo Comitê de Gestão de Pessoas

Em reunião realizada na tarde desta terça-feira (30), a Procuradoria Geral do Estado instalou o novo Comitê de Gestão de Pessoas do órgão. Com representantes de vários setores da instituição, o Comitê terá, dentre outras atribuições, a de construir a política de gestão de pessoas da PGE e promover a sua implantação no órgão.

“Esta reunião é um marco para a PGE, que começa a dar os primeiros passos, de uma forma mais organizada, na gestão estratégica de pessoas. Somos uma instituição que foi construída em alicerces muito sólidos no tratamento com as pessoas. Independente de não termos, ainda, de uma forma profissional, a gestão de pessoas, sempre acreditamos que são as pessoas que transformam o mundo e fazem o ambiente de trabalho melhor ou pior”, afirmou a procuradora geral ajunta, Luciane Rosa Croda que falou ainda sobre a importância de se criar uma sinergia e uma transversalidade no órgão para que a gestão de pessoas aconteça.

Designada para apresentar o projeto de gestão de pessoas da PGE, a procuradora chefe do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento, Alzemeri Martins Ribeiro de Britto, destacou a importância e necessidade de garantir o alinhamento entre estratégia, processos e pessoas.

Alzemeri Britto chamou atenção para o fato de que toda a PGE é responsável pela gestão de pessoas, em especial as lideranças. “Não é o CEA o responsável, somos todos nós”, declarou.

A procuradora chefe do CEA afirmou também que implantar a gestão de pessoas na PGE requer uma mudança de mentalidade. “Precisamos enxergar cada servidor como pessoa única. Um indivíduo que traz história, coração e objetivos de vida”, refletiu a procuradora, que lembrou ainda que a gestão de pessoas na PGE veio para ficar e para dar as pessoas o que elas merecem.

Para o procurador geral do Estado, Paulo Moreno Carvalho, a gestão de pessoas é um marco importante para qualquer instituição, mas para a PGE é também um desafio. “Precisaremos adaptar este, que é um instrumento muito mais apropriado para a iniciativa privada, onde se tem uma liberdade maior, para a área pública, que tem limitações e contenções normativas”, explicou.

Paulo Moreno afirmou, ainda, que a gestão de pessoas é um instrumental que vai ajudar a entender a complexidade do órgão e colaborar com a tomada de decisões, desde que respeitada a pluralidade da casa e a diversidade de opiniões. “Se não tivermos disposição para escutar, dialogar e acolher quem pensa diferente de nós, a política de gestão de pessoas estará seriamente comprometida”, avaliou.

Ao final da reunião, a gestora técnica e administrativa da regional de Salvador do Laboratório Sabin, Tatiana Ferraz, fez uma breve apresentação sobre a gestão de pessoas da empresa onde atua, considerada nacionalmente como um case de sucesso.

Tatiana Ferraz falou sobre a importância da empresa criar uma relação de confiança com o colaborador e de todos os funcionários estarem orientados para a estratégia da empresa.
“As pessoas fazem diferença no nosso negócio e o que a gente tem é o que a gente dá para elas”, analisou.

Fonte: ASCOM/PGE

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