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30/08/2019 13:30

Reunião de trabalho discute projetos de Gestão de Pessoas e Desempenho Institucional da PGE

Integrantes do corpo funcional da Procuradoria Geral do Estado da Bahia participaram, na tarde de ontem (29), de uma reunião de trabalho para tratar dos projetos de Gestão de Pessoas e de Desempenho Institucional do órgão.

O evento foi aberto pelo procurador geral, Paulo Moreno Carvalho, que falou da importância dos projetos. “A implantação da gestão de pessoas e de desempenho na PGE é, sem dúvida, um grande desafio para o órgão, mas é também uma oportunidade de realmente pensarmos a instituição sob uma perspectiva estratégica. Temos tudo para construir uma Procuradoria mais moderna, eficiente e agradável para todos que aqui trabalham”, afirmou.

Paulo Moreno explicou ainda que o objetivo das mudanças é buscar soluções estruturantes e não paliativas. “Peço que todos vejam estes projetos com responsabilidade e disposição, pois eles irão transformar a forma como lidamos com nosso trabalho e promoverão melhorias nas relações internas”, destacou.

Também presente, o procurador chefe do Centro de Estados e Aperfeiçoamento da PGE, Ailton Cardozo da Silva Júnior, esclareceu que, para além de uma mudança estrutural, os projetos exigirão uma mudança na cultura da casa, uma reconstrução dos modelos mentais. “Existimos para fazer justiça em várias dimensões, interna, externa e social. E isso tem que nos mover. Não é fácil, porque justiça é sempre uma percepção, mas não existe bem estar sem justiça”, refletiu.

Os projetos

Convidado para falar sobre o projeto de gestão de desempenho institucional que será implantado pela PGE, o diretor do Instituto Publix, Caio Marini, explicou que criar um mecanismo que permita aferir a atuação do órgão, de forma coletiva e individual, é uma iniciativa que faz parte do processo de fortalecimento institucional. O consultor falou sobre o conceito de desempenho e detalhou a metodologia que será utilizada para a construção e implantação do modelo de desempenho institucional da PGE.

“Este é um processo de construção coletiva que visa criar algo útil e perene para vocês, na perspectiva de fazer acontecer”, pontuou.

Caio Marini afirmou ainda que a Advocacia Pública existe para gerar resultados que viabilizem o enfrentamento do dilema da política pública, que é conciliar as demandas crescentes da sociedade com a capacidade limitada do setor público, e que a  gestão do desempenho é a expressão de um conjunto de resultados que cria valor público.

Experiências compartilhadas

Também durante a reunião de trabalho realizada ontem, o advogado da União Eduardo Watanabe trouxe o relato da experiência da Advocacia Geral da União com a gestão estratégica.

O coordenador geral de planejamento estratégico do Departamento de Gestão Estratégica da AGU falou sobre a construção do plano, sua implantação e resultados alcançados. “Nossa trajetória é recente, mas tem nos ajudado muito no dia-a-dia, pois nos permite tomar decisões baseadas em evidências, análises, e avaliação de dados”, afirmou.

Ainda na perspectiva de compartilhamento de experiências, a diretora de Gestão Estratégica do Tribunal de Contas do Estado da Bahia, Ivonete Dionízio, discorreu sobre como a implantação da gestão de desempenho no TCE colaborou com o aprimoramento da instituição.

“Trata-se de um processo de aprendizado e aprimoramento contínuo no qual todos somos atores principais”, declarou. A servidora do TCE destacou também que os indicadores estabelecidos para aferir o desempenho institucional, setorial e individual devem sempre estar alinhados com os objetivos definidos como estratégicos para a instituição.

Fonte: ASCOM/PGE

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